O orçamento de publicidade do governo federal em 2025, referente à divulgação das ações dos ministérios, subiu mais de 70% na comparação com o orçamento de 2022, último ano de Bolsonaro na presidência. Teve uma disparada para R$ 876 milhões, superando o orçamento para campanhas de utilidade pública. Dados estão disponíveis no Portal da Transparência, da Controladoria-Geral da União (CGU), e exclui os gastos com propaganda nas estatais.
O populismo autoritário se espraia em diversas regiões do mundo, sob uma avalanche de vitórias obtidas por partidos da Direita. Em 2024, das 63 eleições realizadas no mundo, 27 foram conquistadas por candidatos da direita, com destaque para Trump (EUA), Putin (Rússia) e Modi (Índia).
Desemprego, afastamento da política, frustração, desilusão e descrédito nas instituições são traços que atravessam a juventude em todos os continentes. A geração Z, nascida entre 1997 e o início de 2010, está impulsionando mudanças disruptivas em diversas áreas. É a primeira a viver inteiramente na era digital — hiper conectada, globalizada e, paradoxalmente, profundamente insegura quanto ao futuro.
No primeiro semestre de 2026, o PT fará um congresso partidário para definir seu rumo. Discutirá mudanças em seu funcionamento e programa partidário. O congresso será a largada para a campanha à reeleição de Lula. Pelo andar da carruagem, o PT, depois de anos tentando se equilibrar no centro do arco ideológico, fará uma guinada à esquerda, resgatando suas surradas crenças - o velho discurso do “Nós contra Eles”,“Pobres contra Ricos”, como se percebe no verbo de Lula, que volta a vestir o macacão do sindicalista inflamado do final dos anos 70.
O processo civilizatório se assemelha a uma régua que mede a evolução de costumes, princípios e valores, avanços e retrocessos. A régua está a mostrar, hoje, uma era de retrocessos, com a decadência moral (a libertinagem), a regressão social (as novas gerações são menos respeitosas ou educadas do que as anteriores), a perda de valores e a crença de que princípios como família, autoridade e religião estão sendo enfraquecidos.
Um livro que sente? Perguntei à Inteligência Artificial como será o livro do futuro. Ficara impressionado com a leitura de um ensaio na Folha de São Paulo sobre Escrita Artificial (FSP,5/10/2025), de Rodrigo Tavares, professor catedrático na NOVA School of Business and Economics, em Portugal, onde o mestre apresenta quatro hipóteses sobre o livro do amanhã. Queria conferir as abordagens com a IA.
Jornalista, consultor de marketing institucional e político, consultor de comunicação organizacional, doutor, livre-docente, professor titular, professor emérito da Universidade de São Paulo e diretor-presidente da GT Marketing e Comunicação.
Há dias em que um país parece caber numa fila. Gente de diferentes idades e profissões aguarda a vez de realizar um gesto simples: escolher quem deverá governá-la. Neste domingo, 25 de outubro, o Bras...