O Brasil avança silenciosamente por um caminho que merece reflexão. Já são 1.672 escolas militares e militarizadas espalhadas pelo país — com destaque para o Paraná (383 unidades), seguido por Mato Grosso (259) e Maranhão (139). Ao mesmo tempo, o ministro do STF, Gilmar Mendes, ao votar sobre o tema, dias atrás, admitiu a constitucionalidade do modelo cívico-militar, mas estabeleceu limites: proibiu a exaltação ao militarismo, vedou padrões estéticos discriminatórios e reforçou que direção e ensino devem permanecer nas mãos de civis.